A luta do povo não está à venda

Migalhas não comprarão nossa obediência

Está aberta a temporada da conciliação. Agora todos os governos são bonzinhos e compreensivos, abertos ao diálogo com os movimentos organizados. E estão todos fazendo enormes sacrifícios (rsrs) para atender aos clamores das ruas. Quanta bobagem!

???????????????????????????????Seremos iludidos por essas iniciativas? Cairemos no velho erro de achar que as mudanças vão vir de cima para baixo, em mesas de negociação? Não estamos cansados de saber que existe um batalhão de parasitas em cada âmbito do governo que é especialista em enrolar e em passar melzinho na nossa boca? Vamos nos deixar enganar por eles?

A luta do povo não cabe em mesas de negociação. Além disso, falar e prometer é uma das coisas que os politiqueiros fazem melhor. O que eles não conseguem lidar é com o povo organizado em luta. Foi assim que a tarifa baixou; não foibandeirao necessária uma reunião com quem quer que seja. O atendimento dessa reivindicação foi arrancado do Estado e das elites. E talvez seja o momento de arrancar deles muitas outras coisas.

Assim como há 1 mês, há 1 ano ou há 10 anos atrás, hoje precisamos nos mobilizar e usar de inteligência e criatividade para não nos deixarmos enquadrar nos limites impostos por nossos inimigos de classe. Só assim é que outras conquistas virão. Humildemente, achamos que essa é uma tarefa de cada organização de classe, de cada lutador e de cada lutadora do povo. A luta continua!

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4 Respostas para “A luta do povo não está à venda

  1. Pingback: 27 JUNHO 2013 (BR-SP) Rede Extremo Sul: A luta do povo não está à venda : Passa Palavra

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  3. No passado as passeatas eram organizadas com trios elétricos, bandeiras partidárias, ônibus e sanduíche grátis, financiadas com o dinheiro do fundo partidário e das centrais sindicais.
    A nova classe de jovens tem um novo conceito de fazer passeatas, seja os jovens do centro ou da periferia, todos estão abolindo os trios elétricos, sanduíche e ônibus grátis, estes ingredientes fazem parte apenas das passeatas políticas e de cunho sindical, ou seja, para as passeatas reivindicatórias de melhoria das classes financistas das passeatas.
    Nas passeatas de interesse geral da nação, são passeatas gratuitas, organizadas por meio das redes sociais, nos centros acadêmicos, nas igrejas, nas comunidades de bairros, etc. e saem às ruas por um único objetivo comum a toda a nação brasileira.
    A juventude clama por um novo conceito, por educação de qualidade, por saúde padrão FIFA, a sociedade sabe perfeitamente que não falta médicos, sabe que falta equipamentos, medicamentos etc. e é isto que a sociedade quer.

    As passeatas atuais não pertence aos partidos, pertence ao povo brasileiro que clama pelo fim da corrupção, pela prisão dos corruptos, pela diminuição do número de ministérios, sabemos que o corte no número de ministério em pelo menos 10, haverá uma economia anual de mais de R$10 bilhões grana suficiente para bancar o transporte público e implantar o passe livre.
    A prova de que o povo não aceita ser massa de manobra, foi dado esta semana, não aceitando a convocação dos partidos e sindicatos para parar dia 11. O que se viu, conforme as imagens foram gatos-pingados remunerados para protestar bloqueando estradas e ruas.
    MUDANÇAS PARA AVANÇAR JÁ.

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